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Exposição do NOPH/ Ecomuseu do Quarteirão Cultural do Matadouro
Durante os meses de agosto e setembro, o NOPH, através da sua Coordenadoria de Estudos e Projetos, fez uma exposição sobre a base conceitual do Ecomuseu tal ela foi construída ao longo dos 17 anos de trabalho sócio-cultural do NOPH. Montada nos três painéis do NOPH, a exposição mostrava aos visitantes do Centro Cultural de Santa Cruz, na sala onde está o acervo do NOPH e a Sede Administrativa do Ecomuseu, o relatório final do Coordenador Geral do II EIE/IX ICOFOM LAM, Walter Vieira Priosti, com todo o movimento financeiro do evento já aprovado pela Comissão responsável, assim como pela AEDIN, que financiou parte do encontro. Os gastos concernentes à Prefeitura, que fizeram parte do total gasto, foram administrados pela firma de eventos ARTFICIOS, contratada pela Prefeitura, à qual prestou contas no tempo devido.
Além do relatório, fotos, mensagens e uma Moção da Câmara Municipal do Rio de Janeiro deram conta do sucesso do II EIE/IX ICOFOM LAM, colocando mais uma vez Santa Cruz na vanguarda de ações museológicas comunitárias, pois de forma pioneira sua comunidade , representada por seus mais diversos segmentos, se organizou e se integrou para um evento de tal envergadura.
A exposição deu a quantos não estiveram presentes na variada programação do Encontro uma visão global do que é capaz uma comunidade que acredita em sua potencialidade e ama seu território e a cultura que nele se constrói.
O BOM FILHO À CASA TORNA: EXPOSIÇÃO SOBRE O IMPERADOR D. PEDRO II EM SANTA CRUZ
Por iniciativa do NOPH/ Ecomuseu de Santa Cruz, a exposição itinerante "O IMPERADOR VIAJANTE: D.PEDRO II REDESCOBRE O BRASIL NOS 500 ANOS" estará em Santa Cruz, entre os dias 8 e 29 de dezembro próximo. A exposição, organizada pelo Museu Imperial/ Petrópolis, vem percorrendo cidades do território nacional, rememorando as viagens do Imperador.
Abrigará a exposição a antiga sede da Fazenda Imperial de Santa Cruz, atual Batalhão - Escola de Engenharia Villagran Cabrita, residência de campo da Família Imperial nos períodos real e imperial.
O NOPH/Ecomuseu de Santa Cruz e seus parceiros* convidam a comunidade de todo o Rio de Janeiro para visitar a exposição que estará aberta ao público de 2ª a a 6ª feira, de 9:00 h às 16:00 h e sábado, de 9:00 h às 12:00 h.
* AEDIN, ACISC, AMASC, BASC, BEsEng, CETEP, FAMA, FEUC, Ce.Un. Moacyr Bastos, Colégio D. Oton Mota, Colégio Cunha Melo, Colégio Apolo 12, Colégio Delta, Santa Mônica Centro Educacional, Colégio Cezário, Educandário São Jorge, Instituto Sepetiba, Centro de Saude Lincoln de Freitas, CR.5.3(SMDS), Conselho Distrital de Saúde, Comércio local, Imprensa local, Colônia Japonesa de Santa Cruz, 10ª CRE, Fund. Mokiti Okada, Lions Clube de Santa Cruz, Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, Sociedade Sulriograndense, UNIRIO, UFFRJ, UCB, entre outros.
JORNAL QUARTEIRÃO nº 37 - EDIÇÃO HISTÓRICA
Dificuldades não foram bastantes para frear a energia do NOPH na elaboração de seu informativo. O Jornal Quarteirão nº 37 é a prova concreta da determinação da entidade em continuar editando, desta vez brindando todos os leitores com um balanço panorâmico do histórico II Encontro Internacional de Ecomuseus/IX ICOFOM LAM, realizado em Santa Cruz-Rio de Janeiro em maio de 2000.
A EDIÇÃO HISTÓRICA do Jornal Quarteirão anuncia aos quadrantes do mundo que FÊNIX resiste, após um golpe que se pretendeu fatal para aniquilar a mais bela experiência de ecomuseu em território brasileiro. As mudanças intempestivas e arbitrárias tomadas nos rumos do Ecomuseu feriram de forma desleal a harmonia existente entre a entidade mater (NOPH) e sua cria(o Ecomuseu do Quarteirão), tentando destruir uma articulação bem-sucedida desde 1992, quando o NOPH foi reconhecido como experiência ecomuseológica.
Fênix resiste, atingida no âmago de sua concepção, já que os parceiros do NOPH e do Ecomuseu nessa experiência, acompanhada nos 4 cantos do mundo pelos estudiosos de museologia, sequer foram consultados sobre as traumáticas mudanças.
Dispostos a manter vivo o trabalho ecomuseológico de Santa Cruz, o NOPH e seus parceiros continuam a trajetória do seu "museu sem fronteiras" e do "museu ação", restando aos que não se integram ao seu desenvolvimento uma pesada herança: um "ECOMUSEU" em processo de involução, limitado às grossas paredes do Palacete, arrastando-se sob a teia que lhe teceram e que lhe tolhe o vôo para avanços mais arrojados.
17º aniversário do NOPH
Em cerimônia simples, com a presença dos atuais Coordenadores do NOPH, membros do Conselho Fiscal, da direção do Ecomuseu do Quarteirão Cultural do Matadouro, sócios do NOPH e alguns convidados, foi descerrada pelo Coordenador Geral do NOPH, Newton da Costa, no dia 03 de agosto de 2000, 17º aniversário de sua fundação, a placa comemorativa da instalação das duas instituições no Centro Cultural de Santa Cruz, efetivada no dia 17 de maio de 2000, data da abertura do referido espaço à comunidade pelo Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, Dr. Luiz Paulo Conde.
Integrando este evento às atividades do II Encontro Internacional de Ecomuseus/ IX ICOFOM LAM, realizado em maio de 2000 em Santa Cruz, a instalação do NOPH, do Ecomuseu do Quarteirão Cultural do Matadouro e da Biblioteca Popular Joaquim Nabuco marca uma nova etapa de conquistas da comunidade santacruzense na área da cultura da Zona Oeste.
Mastro para Oásis Culturais em Santa Cruz
Durante o II EIE/IX ICOFOM LAM, em Santa Cruz, maio de2000, o artista plástico francês Antoine de Bary formalizou sua proposta de erigir nessa localidade o 6º mastro do seu Projeto “Des Mâts pour des Oasis Culturelles “.Após a proposição oficial, Antoine de Bary ficou em Santa Cruz até o dia 24 de maio, para conhecer a área onde poderia ser implantado o novo mastro e estabelecer contatos com os membros do Ecomuseu, com o Grupo GERDAU, que vai doar o material para o mastro, e com outros moradores e representantes de diversos setores da comunidade.
As visitas técnicas ao Quarteirão Cultural do Matadouro resultaram na escolha do local pelo artista: o Mastro de Santa Cruz deverá ser implantado no cruzamento da Avenida Matadouro, junto à Vila Operária I, em frente à casa nº 29 (em ruínas) e o caminho de pedestres que ligava a Estação do Matadouro, hoje desativada.
A implantação do Mastro em Santa Cruz, no Quarteirão Cultural do Matadouro, além de criar um novo espaço para manifestações artísticas e culturais, deverá ser o êmulo revitalizador da área em estado de abandono.
O projeto consta de várias etapas:
1ª FASE:
1) Implantação do mastro com o depósito de objetos - memória na sua fundação, substituição do muro do CETEP por gradis, iluminação, previsão de cabines sanitárias, segurança - Ano 2000
2) Urbanização do espaço e elaboração de projeto de restauração da casa nº 29.(loja de souvenirs, livraria, salão de chá) - Ano 2001
2ª FASE: 2001
1) Programação de atividades de teatro, música, artes etc na praça criada. Ano 2001
2) Livro dos Artistas ( para o ano seguinte à implantação do Mastro)
3) Atividades na praça, utilizando os gradis do CETEP para exposições e o muro do CEBRB para pinturas e grafismo.
4) Criação de Oficina - Escola de Artes e Ofícios ( Escola de restauração/ Antiga Casa da Matança)
5) Revitalização da antiga Estação do Matadouro como novo espaço cultural.
Os membros do Ecomuseu do Quarteirão Cultural do Matadouro e do NOPH têm trabalhado o tema do mastro de Santa Cruz na comunidade, através de reuniões com os mais diversos segmentos, por meio do jornal Quarteirão que colocará o assunto na pauta das conversas da comunidade.
Algumas reuniões já se realizaram , divulgando o projeto e os benefícios que trará com a mudança no comportamento da comunidade local.
a) Reunião na FAMA com o autor do Projeto em 23/05/2000
b) Reunião no CETEP com representação de diversos segmentos em 17/07/2000
c) Reunião na AMASC- Assoc. de Moradores e Amigos de Santa Cruz em 21/07/2000.
d) Reunião na E.M.Pref. João Carlos Vital , com os moradores da Vila Operária em 25/07/2000.
Bem vinda a AAPJ!
Surge mais uma entidade cultural em Santa Cruz. Inspirada na 1ª Associação de Amigos da Ponte dos Jesuítas, criada pelo Historiador Benedicto Freitas, a nova versão da AAPJ,congregará todos aqueles, moradores ou não da localidade, se interessam pelo futuro do monumento histórico tornado “Patrimônio Nacional desde 1938”. O movimento tem no professor e museólogo Sinvaldo do N. Souza o seu revitalizador, contando já com a experiência no campo que Sinvaldo traz do NOPH. É importante a adesão de todos ao movimento para que a nova geração de moradores do bairro perceba a importância do monumento e valorize sua presença no seu cotidiano e no contexto do Rio de Janeiro, estimulando o Turismo Cultural na Zona Oeste da Cidade do Rio de Janeiro.
Rua Nestor, 636/1 - Santa Cruz - CEP: 23515-680
Rio de Janeiro - RJ
Tel. 9706-7290
e-mail: sinvaldo.souza@infolink.com.br
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