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:: Fazenda Imperial de Santa Cruz

Em 1821 D.João retorna a Portugal e deixa em seu lugar seu filho D. Pedro I que viria a tornar-se imperador do Brasil com a proclamação da Independência ocorrida em 7 de setembro de 1822. Acostumado a visitar Santa Cruz, em companhia de seu pai D. João VI, D. Pedro I tornou-se um grande frequentador da Fazenda, agora Imperial. Por ocasião da proclamação da Independência do Brasil, ao retornar de São Paulo comemorou em Santa Cruz, com os membros do seu séquito, o grande ato que tornava o Brasil livre do domínio português, antes de chegar ao Palácio de São Cristóvão. Por muitos e muitos anos D. Pedro I continuou a visitar a Fazenda de Santa Cruz.

D. Pedro I abdica em 1831 ao trono de imperador do Brasil e volta a Portugal. Fica em seu lugar seu filho D. Pedro II, ainda menor. Durante o longo reinado D. Pedro II continuou a visitar Santa Cruz, sempre em companhia de sua família, onde destacava-se a princesa Isabel, que viria a ser chamada a Redentora, acabando com a escravidão em nosso país. D. Pedro inaugurou muitas obras em Santa Cruz: Matadouro, Colégio Imperial (mais tarde Hospital D. Pedro II), Estrada de Ferro, o 1º telefone no Palácio Imperial, a 1ª agência fixa dos correios no Brasil inaugurada no dia 22 de novembro de 1842 entre outras. É no governo de D. Pedro II que Petrópolis começa a ser visitada pela Família Imperial, pois o clima mais ameno acabou cativando a todos.

Em face de todos os acontecimentos constata-se, com o passar dos anos, uma série de modificações na arquitetura do prédio principal da fazenda de Santa Cruz, gerando novas formas de uso: Convento na era jesuítica, Palácio Real no tempo de D.João VI, Palácio Imperial com novas reformas no tempo de D. Pedro I e finalmente, no período republicano, com a construção de mais um andar, passou a aquartelar tropas do Exército. Hoje é a Sede do Batalhão-Escola de Engenharia, o Batalhão Villagran Cabrita.

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